sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Festinha no Carnaval

Este ano realizei um sonho antigo. Alinhei na brincadeira com o meu grupo de amigos e mascarei-me. Depois de muito procurar, lá consegui encontrar um hábito de noviça que me caía como se tivesse sido feito para mim. Após o almoço lá fomos todos a caminho de Mafra e dirigimo-nos para o cortejo. Nem a chuva miudinha nos afastou da brincadeira, e entre serpentinas e papelinhos lá fomos brincando ao Entrudo. A meio do cortejo, e do outro lado da rua, reparei em alguém que me observava fixamente. Era um Diabo, de cara pintada de vermelho, uns corninhos na cabeça e todo vestido de vermelho e preto. No total, o que mais chamava a atenção eram os seus olhos de um castanho da cor do chocolate acompanhados por um sorriso cínico que até me arrepiou.

Durante a tarde, para onde eu me virasse lá encontrava aquele Diabinho, com o seu sorriso cínico, como que a provocar-me, sempre um pouco afastado de onde me encontrava com os meus amigos. A última vez que o vi em Mafra, para ser sincera, mais que o senti. Fui rodeada por dois braços e quando me tentei virar, senti uma voz suave ao meu ouvido a dizer: “ Não te vires, sente. Até logo, meu anjo”. Quando tive coragem para me virar já só vi o seu vulto a afastar-se.

Só o voltei a encontrar novamente à noite, na casa de um amigo onde íamos passar a noite. Ele encontrava-se sentado com uma cerveja na mão perto da piscina. Quando me viu levantou-se, veio até mim e pegou-me na mão. Entre puxões e encontrões levou-me até às traseiras da casa, e quando reparei estava num dos quartos dos fundos com aquele Diabinho sexy. Ao nosso redor encontrava-se um sem fim de caixas e acessórios de piscina, mas tudo foi colocado de lado quando fui empurrada de encontro à porta e os seus lábios foram de encontro à minha garganta.

Uma das suas mãos aprisionava a minha sobre a minha cabeça e a outra segurava-me o rosto de encontro ao seu. Ele beijava o meu pescoço, lambia a minha pele, mordiscava-me, saboreava o meu odor. Estávamos tão juntos que eu só sentia o seu corpo duro de encontro a mim, o seu membro, esse sentia-o, estava duro contra a minha barriga. Quando os lábios dele tocaram os meus, foi só nesse momento que ele largou a minha mão e me pegou no rabo levando-me de encontro ao seu membro. Eu agarrei-me aos seus ombros e puxei a sua cabeça mais para perto enquanto as nossas bocas famintas se beijavam, enquanto as nossas línguas se encontravam e brincavam furiosas uma com a outra. Gostei do seu sabor e do sei toque, queria mais.

Ele puxou-me a saia para cima e passou com a sua mão nas minhas pernas até encontrar o meu cinto de ligas. Aí a sua boca deixou a minha e sorriu: “Que mais surpresas tens para mim, meu anjo?”. E eu sorri também. Ele puxou-me de encontro ao seu peito, uma das mãos segurou no meu rabo e outra levantou o meu rosto e a minha boca de encontro à sua. Do nada, ele afasta-se, vira-me de costas e desaperta o fecho do meu vestido. Eu tiro os braços das mangas e ele cai no chão, deixando-me só vestida com a minha lingerie preta composta pelo soutien, cuecas asa delta, meias pretas e cinto de ligas. Ele desaperta o laço da capa e esta cai no chão quando me viro. Dou um passo na sua direcção e passo as minhas mãos pelo seu pescoço, desço pelo peito até chegar às suas calças onde me entretenho a massajar o seu membro bem duro. Volto a subir as mãos pelo seu peito e desabotoo os botões da sua camisa vermelha e com alguma brusquidão tiro-a de dentro das calças. Desamarro o lenço que trás preso à sua cintura, deixo-o juntar-se à capa e foco a minha atenção no fecho das suas calças primeiro com os olhos e depois com as mãos, sentindo a sua dureza e tamanho. Coloco-me de costas de encontro a ele e roço o meu corpo pelo dele, sinto os pêlos do seu peito nas minhas costas e o seu membro no meu rabo.

Ele afasta-me, encosta-me à porta e baixa as calças e os boxeurs ao mesmo tempo, vira-se para mim e a única coisa para a qual consigo é olhar é para o seu órgão grande, firme, volumoso e que se espeta na minha direcção. Ele tira a camisa e baixa-se para tirar as calças que ficaram enroladas à volta dos seus tornozelos, sobe com as mãos as minhas pernas e desaperta os pequenos laços das minhas cuecas, fazendo-as cair no chão juntamente com a sua roupa. Antes de dar conta, ele pega-me ao colo e penetra-me tirando-me o fôlego e fazendo-me dar um pequeno grito. Sinto a porta fria de encontro às minhas costas e sinto a sua pele quente contra a minha, a sua boca na minha e a sua língua húmida a penetrar-me até ao fundo, tal como o seu membro duro dentro de mim. As suas investidas são fortes e secas, fazendo-me gemer entre os seus beijos. A sua boca envolve o meu mamilo fazendo-me mandar a cabeça para trás, enquanto me penetra uma e outra e outra e outra vez, cada vez com mais força e intensidade, cada vez mais fundo, cada vez mais rápido. O meu primeiro orgasmo veio como um tornado, uma tempestade que não se espera, primeiro uma rajada de vento e quando dou conta já me encontrava bem no meio da confusão com tudo a rodar à minha volta, com o meu grito no ar e ele sem parar dentro de mim.

Quando comecei a voltar a mim, senti-o ainda dentro de mim, mas o meu mel descia pelas suas pernas. Olhei para ele, os seus lábios sorriam e a sua boca descia para a minha. Depois de um longo beijo, e sem quebrar o contacto, ele sentou-se comigo ao colo numa das camas de praia lá guardadas. As suas mãos desapertaram e atiraram o meu soutien para cima do monte de roupa no chão. A sua boca voltou a concentrar-se no meu mamilo, primeiro o bico e depois toda a auréola até o chupar devagarinho. Eu também não estava parada e beijava os seus ombros, arranhava ao de leve as suas costas e a pouco e pouco comecei a mexer-me com ele ainda dentro de mim. A principio devagar e depois com uma cadência cada vez mais rápida. Ele voltou a morder o meu pescoço e a beijar-me a garganta enquanto as suas mãos prendiam os meus ombros e faziam-me deitar a cabeça para trás para lhe dar espaço a chupar os meus mamilos enquanto o montava. Ele cada vez chupava com mais ardor o meu peito e lambia a minha pele, e cada vez mais o seu membro se inflamava dentro de mim. Eu ainda muito sensível do primeiro orgasmo, já via ao de longe o segundo quando ele me fez ficar de costas na cama de praia e se deitou em cima de mim. Eu rodeei-o com as minhas pernas, prendi-o dentro de mim enquanto ele me penetrava cada vez com mais força, até o sentir a bater no fundo de mim. A sua boca chupava o meu mamilo e eu segurava com força nos seus ombros enquanto ele me impulsionava para cima e para baixo, e seu membro saia para entrar cada vez mais forte, e mais duro. Quando dei por mim estava a morder os lábios para não gritar enquanto ele me fazia vir a segunda vez. Logo de seguida sinto-o sair de dentro de mim, e espalhar o seu leite na minha barriga ao mesmo tempo em que também ele se vinha intensamente.

Acabámos por descansar um ao lado do outro, naquela cama de praia tão reduzida. Quando o meu coração se acalmou, levantei-me só vestida com o cinto de ligas e procurei no meio daquela roupa toda no chão a minha. Enquanto me vestia, ele entretinha-se a seguir os meus movimentos, sem nunca tirar os olhos do meu corpo. Antes de vestir o hábito que tinha como máscara, dei uma voltinha só para ele olhar bem para o meu corpo, antes de me tapar e voltar a ser a freira que queria ser neste Carnaval. Após me ajeitar abri a porta e fiz-lhe adeus, e voltei para a festa com um sorriso nos lábios.

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